A criança deve ser compreendida como sujeito de direitos, capaz de vivenciar, produzir e modificar as diferentes culturas, como um processo simbólico que dá sentido à sua existência. Uma das primeiras relações de pertencimento que a criança estabelece neste mundo é com a família. Por meio de laços sanguíneos ou afetivos, a família auxilia, media, estabelece vínculos e participa na construção de relações de solidariedade e compromisso na sociedade. A criança imagina, interage, expressa seus pensamentos e reflete sensações. Cada uma destas diferentes linguagens são modos de comunicar, organizar e identificar e devem ser consideradas no desenvolvimento integral da criança.